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19 de Dezembro de 2018

No País do Agronegócio, a disciplina do Direito Agrário não é obrigatória nas Universidades!

Vamos conversar sobre isso senhores?!

Andréia Ribeiro, Advogado
Publicado por Andréia Ribeiro
há 3 meses

Os senhores acham que não tem nada a ver com isso? Precisamos mesmo conversar!

O Canal do Youtube está no início, mas, e por isso, convido-os a darem um pulinho lá e se inscrever para ficar por dentro das questões jurídicas do Agro, Imobiliário e demais que forem pertinentes: Canal do Adv. Andréia Ribeiro.

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Obrigada senhores, e sigamos compartilhando conhecimento!

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10 Comentários

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Ei @advogadaandreiaribeiro !

Primeiro, parabéns pelo vídeo, ficou muito bom, elucidando bem tanto a história do Direito Agrário quanto do processo de enquadramento ou não de disciplinas como obrigatórias ou optativas. Mas confesso que, vindo de uma grade com 9 semestres de Direito Civil, 4 de processo civil e outros tantos outros que vão de aulas de Sistema Financeiro Nacional até Direito Internacional Privado, imagino que, por mais importante que Direito Agrário (assim como sucessões, família, etc) seja, a solução para uma maior valorização dele não parte de adicioná-lo como disciplina obrigatória ou coisa do tipo.

Na verdade, acho que uma reforma do currículo deveria partir exatamente do contrário, de uma revisão da grade curricular obrigatória e estímulo ao desenvolvimento de matérias optativas e atividades extracurriculares! Isso fomenta a curiosidade, cria um senso de responsabilidade individual e faz com que estudantes sejam mais livres para ttrilhar seus caminhos em um mercado extremamente competitivo com tanta demanda por especialidades como o Direito. Talvez até por meio de uma aproximação entre universidades e representantes do setor, propiciando bolsas de pesquisa etc...

O que você acha? continuar lendo

Oi Kadu @kadurmourao!

Penso que essa forma de ensino que você propõe (escolha das disciplinas) é a forma ideal, não é por acaso que é adotada por muitos países mais desenvolvidos do que o nosso, contudo, nesses países as pessoas estudam pelo conhecimento, aqui se estuda por um diploma (é o que se nota da maioria), infelizmente o senso de responsabilidade individual não é característica cultural nossa.

Em suma, eu acredito que essa geração ainda não está preparada para essa forma de ensino, e explico o porquê (não colocarei a culpa só na cultura): A maior parte da geração economicamente ativa do País nasceu em uma era analógica, quando tudo era mais trabalhoso e difícil, inclusive a obtenção de conhecimento!

Pois bem, eis que “chega” a era digital, somos expostos, ou melhor, apresentados a outro mundo, bem diferente daquele em que nascemos e estávamos acostumados, mundo este em que a vida foi simplificada, tudo se tornou mais fácil, rápido ainda que inseguro!

Daí Kadu vc pode me questionar: Andréia qual o problema disso?

O problema é que não estávamos preparados psicologicamente, foi o mesmo que soltar uma criança em um parque de diversão. Já ouviu aquela expressão “mais feliz que pinto no lixo”? Pronto, foi isso!
Frases paradigmáticas ditas pelos nossos pais e ouvidas por nós durante toda a vida, foram quebradas com fatos! Por exemplo: “você precisa ser doutor ou servidor público para ter suce$$o”, (justificável, uma vez que a maioria dos nossos pais “experimentaram” períodos tensos de inflação). Ou seja, todas as certezas e verdades, de até então, foram postas à prova (modestamente, penso que esse fato, sozinho, seria o suficiente para gerar uma crise existencial!)

E como solucionar? Espero que essa geração, que nasceu na era digital tenha maturidade para lidar com tantas facilidades, penso que assim as disciplinas poderão ser de livre escolha na graduação e até mesmo no ensino médio, sem que haja a preocupação Estatal de burla, vulgo ”jeitinho brasileiro”, por exemplo, a escolha de disciplinas mais fáceis, ou que possibilitem uma formação mais rápida, ou outras facilidades que minha mente não alcança!

@kadurmourao, obrigada pela interação de sempre e muitíssimo obrigada pelos questionamentos, pois me possibilitam expor a visão que tenho deste período em que vivemos, respeitando quem entende de forma diferente, afinal de contas podemos concordar em discordar, inclusive a internet é uma prova cabal de que precisamos (e muito) evoluir no que tange a respeitar a opinião do outro, e mais uma vez, obrigada pela feedback!

P.S.: Perdoe-me o coloquialismo.

@davidfont2016
@fernandolazarini
@paulomi03 continuar lendo

É uma boa ideia, eu sou formado pela PUCRS e me arrependo de ter feito cadeiras como Religião, psicologia, economia que bem poderiam ser substituídas por outros ramos do Direito como por exemplo o agrário. continuar lendo

Caro @mbusanello91 ,

Uma pena, principalmente pelo Estado do RS ser tão ativo no setor primário!
Sigamos, que uma hora a disciplina receberá a importância que merece.

Obrigada pela interação. _/\_ continuar lendo

Tema super pertinente! Além disso, as faculdades não oferecem disciplinas de análise de dados aplicada ao Direito, e isso verdadeiramente me incomoda bastante. Li uma notícia outro dia, que dizia ter sido implementada uma matéria optativa, Ciência de Dados aplicada ao Direito, na UFMG, que ao meu ver, deveria constar em todo e qualquer curso de Direito, mesmo que não obrigatória, pois é de grande utilidade para o exercício da profissão.
Enfim, parabéns pela abordagem. continuar lendo

Doutora @julianajennifer ,

Muito obrigada por compartilhar conosco essa novidade,
Penso que muitas universidades, ainda, não observam a vida pós-formação!
O exercício/prática da advocacia é simplesmente relegado (a) nos bancos das faculdades. A disciplina de análise de dados aplicada ao Direito é uma conquista e tanto! UFMG está de parabéns e à frente!

Obrigada pela interação. _/\_ continuar lendo

Achei interessantíssima a sua proposta, para que seja abordada em nossas faculdades de Direito, esta cadeira tão importante. Parabéns pela iniciativa de trazer esta abordagem aqui no jusbrasil. Confesso que em 8 anos navegando por aqui, esta é a primeira vez que vejo algo sobre o Direito Agrário. continuar lendo

Prezado @mbusanello91 ,

De fato, publicações sobre o Direito Agrário não são comuns, mas é a minha pauta principal! Convido-o a seguir a minha conta aqui no JusBrasil e fique à vontade para interagir, sempre!

Muito obrigada pelo feedback! _/\_ continuar lendo